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terça-feira, 12 de maio de 2020

Lives 'PAPO RETO': Uma mensagem antiga para nossos tempos.

Nos dias 20 e 27 de abril participei de duas Lives no Instagram com o pastor Cleber Dutra (Santa Catarina). Essas Lives, chamadas de “PAPO RETO”, tiveram formato de entrevistas e nelas abordamos diversos assuntos importantes para o tempo em que vivemos: Vulcões, meteoros, gafanhotos, Nova Ordem Mundial, colapso financeiro, entre outras coisas... 
E principalmente, a relação desses temas com a Palavra de Deus. Faço um Convite especial aos estimados leitores desse blog para assistirem... Uma mensagem antiga para novos tempos!

Live do dia 20 de abril... 


Live do dia 27 de abril...


quarta-feira, 22 de abril de 2020

O asteroide gigante 1998 OR2 se chocará com a Terra?

quinta-feira, 9 de abril de 2020

Notícias sobre o coronavírus estão ofuscando as invasões de gafanhotos pelo mundo!

As notícias sobre a propagação do novo coronavírus pelo mundo ocuparam de tal forma a mídia que um fato alarmante está praticamente sendo deixado de lado: Os extensos enxames de gafanhotos que estão se espalhando por diversas partes do mundo. Segundo alguns especialistas, a passagem de ciclones extra-tropicais pela península arábica criou as condições climáticas adequadas que favoreceram o aumento exponencial da espécie conhecida como gafanhoto-do-deserto nos últimos meses... 

E segundo Keith Cressman, oficial da ONU que trabalha na previsão de ataques de gafanhotos, a situação pode ficar ainda pior. Em entrevista ao National Geographic, Keith teme que até junho, a população destes insetos pode aumentar em até 400 vezes, causando uma devastação generalizada nas plantações e pastagens que estivem no caminho da praga.

Se isso acontecer poderá haver desabastecimento e fome em diversos países. Especialmente em países africanos como Somália, Quênia, Etiópia e Eritréia, que já sofrem agora com insegurança alimentar. Nações do Oriente Médio também estão sendo atingidas e até da Ásia como Paquistão e Índia. Agora os exércitos vorazes de gafanhotos já estão bem próximo da China. E nós, aqui no Brasil, não estamos salvos dessa praga. Segundo o site ‘Compre Rural’, os gafanhotos que assustam o mundo estão bem perto daqui... Mais precisamente no Paraguai!

E nós que achávamos que o ano de 2020 seria tranquilo, não é? Já tivemos a ameaça de uma guerra mundial nos primeiros dias do ano, chuvas devastadoras, um vírus mortal se espalhando pelo mundo afora, gafanhotos, insegurança alimentar e econômica entre as nações, etc. Afinal, o que está acontecendo com o mundo? Não é à toa que tantas pessoas falam que vivemos dias incertos e angustiantes. Ainda mais quando vemos até nossas liberdades mais básicas sendo ameaçadas!

Assista o nosso vídeo no canal Baú do Koiote




Crédito da foto: Reuters/Portal Terra


 

quarta-feira, 1 de abril de 2020

Três dicas de livros sobre Evangelismo e Missões que você tem que ler!

Postagem nova no canal BAÚ DO KOIOTE... Confira!


segunda-feira, 30 de março de 2020

Chega de férias, estamos de volta!

Olá amigos! A última vez que escrevi algo aqui foi em 31 de outubro de 2018, uma reflexão sobre a greve dos caminhoneiros que ocorreu naquele ano. Desde então o ‘Covil do Koiote’, blog que eu administrei com tanto carinho durante 9 anos ficou abandonado. E o pior é que, na verdade, nem eu sei porque parei de escrever. Eu estava casado há pouco mais de 1 ano, tinha acabado de receber a notícia de que seria pai, pensando em fazer reformas na casa, etc... Enfim, eram tantas coisas acontecendo ao mesmo tempo que eu não conseguia ter o tempo em silêncio que necessito para escrever os meus textos. Mas confesso: também posso colocar falta de organização e até preguiça nessa conta!

O tempo foi passando, em meados de 2019 fiquei desempregado e minha filhota nasceu um mês depois. Precisei ajudar muito minha esposa nos primeiros meses, também tinha minhas responsabilidades com o ministério da igreja que frequento e a preocupação com a falta de trabalho. Desta forma eu nem pensava em voltar a escrever de novo, apesar de me lamentar por isso.

Porém, como todos sabem, o ano de 2020 começou a todo vapor. Diversas coisas ruins vem acontecendo mundo a fora: Vimos rumores de uma grande guerra mundial, pragas de gafanhotos ocorrendo em várias partes do planeta, chuvas torrenciais e mortíferas no Brasil, terremotos na Europa e finalmente essa maldita pandemia que monopolizou as notícias nas últimas semanas. E foi o tal do coronavírus que está me fazendo voltar a escrever aqui... Pois fatos e situações estranhas estão acontecendo no mundo desde que esse vírus surgiu; coisas perturbadoras mesmo. E eu preciso falar sobre isso, nem que seja só para mim mesmo.

É possível que a grande maioria das pessoas ainda não tenha notado, e talvez até achem que estou exagerando, mas o mundo já não é mais o mesmo. O medo está transformando nossa civilização! Pense bem, se há um ou dois anos alguém te dissesse que em breve agências governamentais do mundo inteiro estariam tomando medidas totalitárias e que as pessoas não apenas aceitariam, mas ainda IMPLORARIAM por isso você não acreditaria não é mesmo? Mas está acontecendo!

Alguns vão argumentar que é só por um tempo, que estamos em um estado de exceção, etc... motivos não faltam para pedir proteção extra ao “papai Estado”. Obvio que não duvido da letalidade dessa terrível doença, nem quero entrar na questão de quem é a culpa pelo surgimento e propagação do vírus. Mas outra reflexão importante precisa ser feita no momento: Quando a crise do Covid-19 passar, até que ponto poderemos voltar ao que chamamos de “normalidade”?

Até que ponto o direito de ir e vir de bilhões de pessoas no mundo inteiro voltará a ser respeitado? Os locais de culto serão novamente respeitados como prevê a nossa constituição? Como lidaremos com o colapso econômico que poderá vir em seguida? O clima pesado e distópico do livro “1984” que vivemos hoje se desvanecerá nos próximos meses (ou anos)? Ou, de fato, estamos vivendo um ‘teste’ para dias ainda piores? Até o momento ninguém sabe, mas lembre-se que o mundo nunca mais foi o mesmo depois do ataque às torres gêmeas em 2001; e dificilmente será o mesmo a partir de 2020. Aguardemos os próximos capítulos da humanidade.

OBS: Tenho um canal no Youtube que quase não usava, mas passarei a usar muito mais a partir de agora. Quem puder siga o BAÚ DO KOIOTE.

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

A greve dos caminhoneiros e a lição de Mises

Em maio deste ano uma greve de caminhoneiros autônomos tomou conta do país trazendo transtornos, desabastecimentos e incertezas. O problema foi tão grave que quase ocasionou uma intervenção militar e a queda do presidente Michel Temer; que conseguiu se manter no poder por detalhes. A principal reivindicação dos caminhoneiros foi uma redução do preço do diesel e teve amplo apoio popular, pois boa parte da população achou que se beneficiaria com uma suposta redução do preço da gasolina; o que, lógico, não aconteceu.

A segunda pauta dos grevistas não foi muito difundida na mídia e em geral é de pouco interesse de quem não trabalha diretamente com a categoria. Estes caminhoneiros autônomos exigiam, da parte do governo, a criação de uma tabela de preço mínimo de frete; para que nenhuma transportadora pagasse menos do que o exigido em lei. Ou seja, estavam pedindo mais intervenção do governo na economia, e este acuado pela pressão cedeu.

Porém, estes motoristas autônomos não esperavam que a criação desta tabela teria consequências desastrosas para eles próprios. Muitas empresas, vendo que se tornaria economicamente inviável pagar o frete mínimo exigido, preferiram comprar seus próprios caminhões, deixando muitos caminhoneiros sem carga para transportar; ou seja, sem trabalho.

Relembrei esse fato por dois motivos: o primeiro é mostrar ao leitor como a interferência governamental na economia é destruidora; e o segundo para refletirmos o quão lamentável é que a maioria das pessoas não saiba isso! É algo básico, todo trabalhador deveria saber; mas nós brasileiros temos arraigada no imaginário popular a ideia de que o governo deve cuidar de todos os nossos problemas, sobretudo os problemas econômicos. E é justamente por isso que somos um país tão pobre e atrasado.

Felizmente há muitas saídas, e não é preciso que todo mundo faça uma faculdade ou um curso avançado de economia. Existem livros bons e baratos que podem esclarecer pessoas comuns, como nós, sobre o tema; e acredito que um dos melhores de todos seja “As seis lições” de Ludwig Von Mises. De uma maneira simples e fácil de entender Mises dá uma palestra magistral sobre os males resultantes da intervenção do governo na economia. Especialmente mostrando que o controle do governo em alguma área afeta toda a economia, pois não existe “intervenção isolada”.

Mas essa importante obra tem mais joias preciosas. O autor também fala sobre capitalismo, socialismo, inflação, investimento externo e, por último, sobre as relações entre política e ideias. Acreditem, ler e estudar as lições contidas neste livro pode nos colocar anos à frente daqueles que se informam apenas pelos “especialistas” da Globonews. E, de quebra, nos ajudará a escolher melhor nossos representantes na política, pois trabalhadores jamais deveriam votar em políticos que atrapalham as relações de trabalho.

Ler “menos Marx e mais Mises” nas escolas e universidades poderia mudar bastante a mentalidade predominante na sociedade hoje. Mas, enquanto esse dia não chega, o prejuízo dos caminhoneiros autônomos nos servirá de lição.

Eliezer Lutero de Souza
Peripatos – Grupo de Estudos Conservadores

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

A estranha época em que o crime parece compensar

Vários fatos e características da nossa época mostram que a cultura ocidental está em acelerado processo de decadência, voltando paulatinamente ao barbarismo de eras passadas. Mas nenhuma destas características deveriam nos deixar mais estupefatos (e temerosos) do que a estranha exaltação do criminoso que vemos em nossos dias! Uma tendência que cresceu rapidamente a partir dos anos 2000 e já podia ser observada no século XX, quando os meninos brincavam de cowboy e bandido, embora Lei e Ordem ainda fossem mais atrativas.

Filmes, séries, novelas e jogos de videogame fazem um esforço especial para “glamourizar” o criminoso e relativizar a contravenção da Lei. Certos movimentos políticos vão ainda mais longe e procuram transformar meliantes em pobres vítimas da sociedade. Esses grupos chegam até mesmo a propor (pasmem!) leis para punir, não os bandidos, mas o cidadão de bem que ousa clamar por segurança.

Para essa gente, o crime só é passível de plena punição se for cometido contra alguém do seu grupo ideológico; caso contrário as penas devem ser abrandadas e até mesmo anuladas. Embora invoquem frequentemente os Direitos Humanos para defender criminosos, esses grupos pervertidos jamais consideram que os Direitos Universais do Homem devem valer para toda a humanidade de forma imparcial. A triste consequência deste fenômeno é o brutal aumento da violência. Crimes e nefastas organizações criminosas se multiplicam descontroladamente graças à sensação de impunidade.

O filósofo Mario Ferreira Dos Santos comenta em sua obra ‘Invasão vertical dos bárbaros’ que o barbarismo está também na benevolência exagerada. Ora, se relacionarmos as leis brandas do código penal brasileiro com o fato de sermos atualmente um dos países mais violentos do mundo, podemos facilmente concluir que o filósofo tinha razão. Muita razão!

Este quadro desalentador até pode mudar... Se passarmos a valorizar a justiça em detrimento do criminoso. Lógico que não defendemos uma espécie de caça às bruxas, pois a justiça do Homem culto e civilizado é revestida também de misericórdia e de especial consideração com a condição humana; ainda assim deve tratar duramente a criminalidade. Quando a sociedade entender que a valorização da vida, exige leis justas e ao mesmo tempo duras e eficazes, teremos então a chance de parar o derramamento de sangue que tragicamente ocorre, Brasil afora, nas periferias de nossas cidades.

Eliezer Lutero de Souza
Peripatos – Grupo de Estudos Conservadores

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