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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

O terraço de Baalbek, um enigma arqueológico

No vale de Bekaa, norte de Líbano encontrasse o famoso terraço de Baalbek. Um dos tantos enigmas que a arqueologia e a ciência moderna simplesmente não conseguem explicar, mantendo-se em um silêncio constrangedor. Neste local existe um conjunto de pedras, claramente usadas para edificação de alguma estrutura gigantesca, estes monólitos são tão grandes e pesados que não se sabe ao certo o verdadeiro peso, mas calcula-se que alguns tenham cerca 1.200 toneladas! O mais curioso, é que mesmo nos dias atuais com toda a nossa tecnologia, não existe nenhum guindaste poderoso o suficiente para erguer um bloco desta magnitude, muito menos transportá-lo pelas montanhas para assentá-los no local exato em que seriam usados. São as maiores pedras talhadas já conhecidas pela humanidade. 

Tamanhas proporções deram lugar as mais variadas especulações. O primeiro a sugerir uma origem extraterrestre de tempos pré-históricos foi o físico bielorrusso Matest M. Agrest em 1959. A teoria dos “astronautas da antiguidade” foi reafirmada em um famoso artigo publicado em 1961 onde Agrest faz também referência a um misterioso povo bíblico conhecido como ‘nefilins’, uma raça de gigantes. Embora curiosa, a sugestão de Agrest carece de pesquisas científicas mais profundas, já que o mesmo nunca esteve em Baalbek e usou como fonte de informação um desconhecido livro publicado em Paris em 1898. O fato é que as referências mais confiáveis datam de tempos bem mais recentes, mais especificamente da época de dominação romana. Nas montanhas do Líbano foi construído um dos maiores templos romanos de que se tem notícia. Um suntuoso templo dedicado a Jupiter, isso já no ano 60 DC. 
No entanto, vale lembrar que os romanos construíram esse complexo sob as ruínas de antigas construções que já estavam no local quando eles chegaram. Na verdade não se sabe ao certo quais povos além dos romanos, gregos e fenícios construíram naquela região. O site http://clubecetico.org afirma em sua pesquisa:

 Inicialmente descobrimos que os gregos e romanos construíram seus templos sobre uma área pavimentada que já existia há muito tempo - uma plataforma construída com grandes blocos de pedra, tão ajustados uns aos outros que ninguém, até hoje, foi capaz de entrar nela para estudar suas câmaras, túneis, cavernas e outras subestruturas ocultas. 
Georg Ebers e Hermann Guthe, em sua obra Palestina in Bil und Wort (em inglês Picturesque Palestine), publicada há um século, relataram que os árabes da região entravam nas ruínas pelo "canto sudeste, através de uma longa passagem abobadada, como um túnel, sob a grande plataforma". Assim que os dois autores entraram num túnel, viram-se envoltos por uma total escuridão, só quebrada aqui e ali por luzes estranhas e esverdeadas, que entravam por "janelas trançadas", incomuns. Ao emergirem do túnel de 140 m, eles perceberam que estavam sob a parede norte do templo do Sol. 

Bem, minha pesquisa é simplória e bastante resumida, não tenho a intenção no momento em especular se foi uma raça ciclópica, um povo extraterrestre ou uma desconhecida técnica de construção que proporcionou a realização destas construções colossais. Mas para quem se interessa por arqueologia e pelos mistérios da antiguidade vale apena se aprofundar mais no tema. Abaixo vou deixar alguns links que falam sobre Baalbek. Boa leitura! 







5 comentários:

Cassi Martins disse...

Admiro seu blog, ótimos posts ^^

O KOIOTE disse...

Ah obrigado Cassi!
como é bom ouvir isso, Deus abençoe a tua vida!

bjs

Nereu Rodrigues disse...

Muito boa a materia. e já que não estamos falando de tecnicas experimentais , valhe lembrar que antigas escritas egipcias que falam sobre o povo da atlântida relata que os atlantes avançaram na ciência da energia atõmica muito mais que nossa ciência contemporânea e possuiam um artefato que usado nas mãos lhes davam o total controle sobre a matéria fazendo levantar grandes pesos com o dominio da levitação.
assim que possível coloco a fonte em que esses escritos podem ser lidos.
abraços.

D. L. Santos disse...

Você escreveu no início que alguns monólitos teriam cerca de 1200 kg; na realidade são cerca de 1200 toneladas...!

O KOIOTE disse...

D.L Santos Já corrigi o erro...
obrigado por avistar!

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