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terça-feira, 29 de abril de 2014

O enigmático discurso de John Kennedy

Em 27 de abril de 2013, o presidente americano John F. Kennedy pronunciou um discurso, o penúltimo de sua vida, denunciando a atividade criminosa e suspeita das sociedades secretas. Pouco tempo depois ele foi assassinado quando passeava de carro aberto em Dallas.  Era um momento importante da história da nação e tempos da guerra fria. Por isso, apesar da investigação posterior afirmar que o atirador agiu sozinho, muitos acreditam que ele foi vítima de uma conspiração obscura. Não se sabe ao certo que “forças” eram estas que deixaram Kennedy tão preocupado e indignado, mas hoje ao vermos os rumos que o mundo tem tomado com o avançar da Nova Ordem Mundial, podemos ver que ele sabia muito bem do que estava falando. Talvez John F. Kennedy tenha sido o último presidente americano livre para dizer o que pensava...

Acompanhe o discurso:
A palavra secreta é repugnante para uma sociedade e somos um povo intrínseca e historicamente avesso às sociedades secretas. Decidimos, há muito tempo atrás que os perigos de ocultar excessivos e injustificáveis atos pertinentes foram mais perigosos do que o perigo que citaram para justificá-los. Ainda hoje não há muita oposição à ameaça que são as sociedades secretas e das restrições arbitrárias destas. Ainda hoje há reduzidos valores garantindo a sobrevivência da nação. Se as nossas tradições não sobrevivem com tudo isso, existe um perigo muito grave de uma necessidade anunciada de se aumentar a segurança, que será aproveitada por aqueles que estão ansiosos por expandir seu significado, chegando até os limites da censura e encobrimento, e eu farei tudo o que estiver a meu alcance para impedi-los, e que nenhum funcionário da minha administração, seja seu grau alto ou baixo, civil ou militar, interprete as minhas palavras nessa noite como justificativa para censurar ou para suprimir a dissensão ou para encobrir nossos erros, nem para reter da imprensa ou do público os fatos que eles merecem ter conhecimento.

Existe uma conspiração monolítica e impiedosa ao redor do mundo, à qual nós nos opomos, que conta com meios secretos de convertermos à sua causa, para assim, aumentar sua esfera de influência, como  a infiltração ao invés da invasão, a subversão ao invés das eleições, a intimidação ao invés da livre escolha, guerrilhas noturnas ao invés de exércitos de dia. É um sistema que conseguiu recrutar uma vasta fonte de recursos humanos e materiais, dentro de uma máquina de alta eficiência, que combina operações militares, diplomáticas, de serviços de inteligência, econômicas, científicas e políticas. Seus planos e a execução dos mesmos não vêm a público, não são publicados; os seus erros se enterram e não aparecem em primeira página; seus dissidentes são silenciados e não abalados; nenhum gasto é questionado; nenhum rumo inspecionado; nenhum segredo é revelado.

Nenhum presidente devia temer a inspeção pública de seu programa, porque dessa inspeção vem a compreensão, vem o apoio ou a oposição, e ambos são necessários.  Não estou pedindo a imprensa que apoie a administração, mas peço a sua ajuda na tremenda tarefa de alertar o povo americano, e tenho inteira confiança na resposta e na dedicação dos nosso cidadãos. Eu não poderia suprimir a controvérsia de seus leitores. Eu lhes agradeço.
Esta administração tem a intenção de ser sincera quanto aos seus erros. Como disse um sábio: “Um erro não chega a ser um erro, até que você se recuse a corrigi-lo”. Temos a intenção de aceitar total responsabilidade por nossos erros, e a esperança que vocês nos apontem os erros quando não o percebemos. Em tese, nenhuma administração em nenhum país pode triunfar, e nenhuma república sobreviver, e é por isso que o legislador ateniense Solo decretou que é um crime para qualquer cidadão não recorrer de controvérsia, e é por isso que nossa imprensa foi protegida pela Primeira Emenda, a única imprensa na América especificamente protegida pela Constituição, não primariamente para entreter ou divertir, não para acentuar o trivial e o sentimental, não para simplesmente dar ao público o que ele quer, mas para informar, desvendar, refletir e indicar nossos perigos, nossas oportunidades, para indicar nossas crises e nossas escolhas, para dirigir, moldar, educar, e às vezes enfurecer a opinião pública. Dessa forma, o mais distanciado não estará distante; se encontrará mais a mão e local. Isso significa uma atenção mais ampla e uma melhor compreensão das notícias, bem como uma melhora nas transmissões e, finalmente, significa que o governo em todos os níveis, deve ter a obrigação de proporcionar a informação mais completa possível, até mesmo além dos limites estreitos da segurança nacional. E dessa maneira, na imprensa e nesses arquivadores de acontecimentos humanos, guardiões da consciência e mensageiros das notícias, buscamos a forma e a assistência, confiantes de que com sua ajuda o homem será para o que nasceu ser: livre e independente.
 (John Fritzgerald Kennedy, 35º presidente dos EUA)


segunda-feira, 21 de abril de 2014

Livro recomendado: “Introdução – Nova Ordem Mundial”

Estudo e acompanho os temas relacionados à "Nova Ordem Mundial" desde 2009, ano em que criei meu blog, que trata de diversos assuntos, inclusive sobre esse.
Basicamente a Nova Ordem Mundial é um conjunto de iniciativas que, aos poucos, vem sendo colocada em prática a mais de um século com o objetivo de implantar um governo mundial estruturado em camadas, mas centralizado em uma entidade global de onde emergirá a ditadura mais totalitária de todos os tempos. O plano é tão audacioso e mirabolante que a grande maioria das pessoas se recusa a acreditar, rotulando qualquer tentativa de alerta como “teoria da conspiração”. É sim, uma conspiração gigantesca, mas está muito longe de ser uma simples teoria, é muito real.

Até mesmo aqueles que acreditam, tem dificuldade em pesquisar e entender o assunto, pois os tentáculos da NOM se espalham não apenas na política, mas no judiciário, na imprensa, na cultura geral, na música, na educação, na economia, na filosofia e até mesmo nas religiões (inclusive dentro das igrejas cristãs) enfim, em todos os aspectos da vida humana, minando aos poucos nossa liberdade, pervertendo a moral, destruindo as soberanias das nações, nossos valores etc. As vezes é complicado escolher um ponto solto neste emaranhado de informações para começar uma investigação por conta própria.

É neste ponto que o livro “Introdução à Nova Ordem Mundial” do autor Alexandre Costa se torna bastante útil para quem quer começar a compreender o fenômeno. O livro não é muito profundo, mas é bastante didático e induz o leitor a uma investigação mais acurada, denunciando quem são os principais personagens desta trama diabólica: Famílias ricas e influentes, sociedades secretas, os articuladores, as fundações multimilionárias, a ONU, o Clube Bilderberg, o Foro de São Paulo, entre outros. Além de discorrer sobre os planos de engenharia social, desinformação e burrice, dialética hegeliana, gramcismo, vulgarização, infantilização da sociedade e controle.

O leitor certamente vai perceber porque os pilares da civilização ocidental, baseada no direito romano, na filosofia grega e na moral cristã estão sendo atacados constantemente. Para esses filhos de belial, é necessário destruir nossa “velha e ultrapassada” sociedade, para que uma Nova Ordem possa emergir das sombras. No final, o autor ainda dá uma série de subsídios; são documentários, vídeos da internet, livros de ficção e de não-ficção que podem ajudar ainda mais o pesquisador a entender a complicada época em que estamos vivendo. Boa leitura, bom entendimento e... Que Deus nos proteja!

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Luas de sangue estão a caminho!

"Vi quando o Cordeiro abriu o sexto selo e sobreveio um grande terremoto. O Sol se tornou negro como saco de crina, a lua toda como sangue" (Apocalipse 6:12)

Um curioso fenômeno (mas não raro, como dizem certos sites por aí) está prestes a acontecer quatro vezes em pouco mais de um ano. São as chamadas “luas de sangue” ou luas sangrentas como preferem alguns. Graças à astronomia podemos saber exatamente a data que estes quatro eclipses ocorrerão. O primeiro será dia 15 de abril, o segundo em 08 de outubro, o terceiro em 04 de abril de 2015 e o quarto no dia 28 de setembro de 2015.

Alguns estudiosos cristãos e judeus veem nestes eventos sinais de tempos proféticos que estão por vir. E não é para menos, já que o mais espetacular nestas datas, anunciadas pela própria NASA, é que elas coincidem com os mais importantes feriados dos judeus. Olhe...
15 de abril – Pessáh (páscoa). Data será marcada pela primeira lua de sangue.
08 de outubro – Festa dos tabernáculos (Sukkot). Importante feriado judaico.
04 de abril de 2015 – Marca a páscoa do ano que vem.
28 de setembro de 2015 – Festa dos tabernáculos novamente.

Em outros anos também ocorrerão fenômenos semelhantes, o que torna os de 2014/15 diferentes e esse alinhamento com os feriados judaicos.

No passado, em pelo menos três ocasiões, esses fenômenos coincidiram com eventos importantes na história dos judeus. Em 1492 a Espanha expulsou os judeus do país enquanto Colombo acabava de “descobrir” a America. O novo mundo passou a ser um refúgio para o povo de Deus. Em 1948, uma assembleia geral da ONU cria o Estado de Israel que renasce independente após cerca de 2000 anos de dispersão pelo mundo. Em 1967, Israel toma o controle de Jerusalém ao vencer a guerra dos seis dias destroçando forças egípcias, jordanianas e sírias. Abrindo caminho para que os judeus novamente pudessem orar junto ao muro do Templo, chamado de “muro das lamentações”.

Honestamente, não sei que grandes eventos marcarão o período destes eclipses, nem mesmo sei se eles ocorrerão. Há quem acredite que após estas luas de sangue terá inicio o período de sete anos da grande tribulação. O arrebatamento poderia ocorrer em algum momento durante ou após essa sequencia. 

É verdade que nosso mestre, Jesus Cristo, afirmou que ninguém sabe a hora certa em que essas coisas começariam a acontecer. No entanto, Ele nos orientou a prestar atenção dos sinais: Da mesma forma que as flores na figueira anunciam o verão, da mesma forma que os céus anunciam se haverá bom ou mal tempo. Vigiai, foi a recomendação de Jesus.

O pastor australiano Steve Cioccolanti, da Igreja Discover, produziu um vídeo em formato de DVD (que postarei abaixo) falando sobre os “Os 8 Supersinais nos céus antes do 70º Aniversário de Israel”. No vídeo, ele tenta explicar de forma fácil e direta os sinais, juntamente com algumas observações sobre as datas que eles acontecerão. Cioccolanti, ensina: “Quando a lua estiver em eclipse, é um mau presságio para Israel. Se a sua face for tão vermelha quanto o sangue, a espada [guerra] está vindo ao mundo”. Para o judaísmo, a Lua é um sinal para Israel, enquanto o Sol é um sinal para os gentios [resto do mundo].
Eu sei que é perigoso esse caminho de datas e previsões, mas vamos, lá....

Lua sinal para Israel, Sol para gentios
1 – Cometa Ison (28 de novembro de 2013) – A NASA já divulgou que este ano veremos um cometa com cauda brilhante como a lua cheia.
2 – Lua de Sangue (15 de abril de 2014) – terá início a “Tétrade”, período em que quatro eclipses lunares consecutivos são todos eclipses totais. Prenuncio de uma guerra mundial sangrenta
3- Lua de Sangue (08 de outubro de 2014) – Festa dos Tabernáculos (Sukkot) no calendário de Israel.
4- Eclipse Solar Total (20 de março de 2015) – Um sinal para os gentios. Aniversário da provável data em que Moisés tirou os judeus do Egito.
5- Lua de Sangue (4 de Abril de 2015) – Festa dos Tabernáculos (Sukkot) no calendário de Israel.
6 – Eclipse solar parcial (13 de setembro de 2015) – Festa das trombetas no calendário de Israel e 7 º aniversário desde a última grande queda do mercado
7 – Lua de Sangue (28 de setembro de 2015) – Superlua, que também é um eclipse lunar. A lua nunca esteve tão próxima da Terra. Esse evento ocorrerá durante a Festa dos Tabernáculos (Sukkot).
8- Virgem vestida de Sol (23 setembro de 2017) – 50º aniversário da reconquista de Jerusalém (Jubileu). Brilho extraordinário da constelação de Virgem, cumprimento da Profecia de Apocalipse 12.

Entre os judeus há um crença baseada nas profecias do famoso rabino Judah ben Samuel, um fervoroso estudante do Tanach [Antigo Testamento]. Ele foi o fundador do movimento judaico Hasídico. Ele morreu em 1217, mas deixou escritos com suas conclusões. Para muitos, são profecias sobre os últimos “Jubileus”, períodos proféticos de 50 anos, seguindo o texto de Números 25....

1. Desde a data em que profetizou (1217), passariam 6 jubileus (300 anos) até que viessem tomar a cidade de Jerusalém. De fato, os Turcos Otomanos a conquistaram em 1517.
2. A cidade de Jerusalém estaria sob o domínio [dos Turcos Otomanos] durante 8 Jubileus, ou seja, 400 anos. Considera-se cumprida, pois os Turcos ficaram até 1917, quando foram expulsos pelo exército britânico.
3. A cidade de Jerusalém seria uma “terra de ninguém” pelo espaço de 1 Jubileu (50 anos). A Inglaterra atuou politicamente como “Protetorado” entre 1917 e 1967, pois em junho daquele ano o exército de Israel expulsou os árabes da cidade durante a Guerra dos Seis Dias.
4. Os Judeus dominariam a cidade durante 1 Jubileu (1967 até 2017?), ano que marcaria o Jubileu final, que daria início à Era Messiânica. O Yon Kippur (ano novo) será em 30/9/2017.
Uma vez que 2017 de nosso calendário será o ano 5777 do calendário judaico, muitos acreditam que a união de 3 “setes” aponta para perfeição e plenitude, na cultura judaica.

sexta-feira, 14 de março de 2014

O sinistro túnel de Lefortovo na Rússia

O túnel de Lefortovo está localizado em Moscou, capital da Rússia e tem mais de 3,150 metros de extensão sendo considerado um dos túneis mais longos do mundo. Ele foi inaugurado em 2003 e tem o apelido de “túnel da morte” devido ao elevadíssimo número de acidentes que acontecem dentro dele.
Foram instaladas câmeras dentro do túnel e uma série de hipóteses já foram levantadas para tentar explicar porque tantos acidentes ocorrem no local. Uma das teorias mais válidas é que a água do rio Yauza, localizado nas proximidades, infiltra e forma uma fina camada congelada sobre a pista durante o rigoroso inverno russo, tornando-a escorregadia.

Mas... Em uma das gravações acontece um acidente bastante estranho. Aos 58 segundos do vídeo abaixo um caminhão parece se materializar do nada em sentido contrário causando uma grave colisão. Não sei explicar o que aconteceu ali. Algumas pessoas acham que o túnel foi construído no mesmo local onde ocorre uma falha dimensional ou vortex como chamam outros. Dessa forma o caminhão em sentido contrário teria atravessado um buraco de minhoca (uma hora falaremos deles aqui) e se materializado dentro do túnel de Lefortovo. Explicação bastante exótica, já que apesar de serem teoricamente possíveis, os buracos de minhoca ainda não foram comprovados pela ciência.

Uma explicação mais simples é que talvez exista uma pista paralela em sentido contrário que não está sendo filmada. O caminhão (curiosamente parecido com o primeiro) pode ter atravessado a parede que separa as pistas. Mas não deixa de ser algo curioso, fiquei pensando: Será que o motorista morreu ou ficou em coma? Ele melhor do que ninguém poderia esclarecer o que teria acontecido, mas certamente se ele falasse que outro caminhão simplesmente "se materializou" na frente dele ou "apareceu do nada" seria internado em alguma clínica psiquiátrica para se tratar.

Assistam...


sábado, 8 de março de 2014

Mulheres na Bíblia

Olá pessoal! O texto abaixo foi escrito e editado por minha amiga, a blogueira e estudante de história Cassiani Martins. Vivemos uma época em que o diabólico movimento feminista tenta distorcer o papel e o valor da mulher na sociedade, muitas vezes acusando a Bíblia Sagrada de incentivar o machismo. Então achei muito interessante ela escrever esse artigo falando justamente sobre a importância das mulheres na Bíblia. Por isso estou compartilhando com os leitores do meu blog também.




Havia um tempo que eu queria escrever sobre isso, mas sempre acabava me ocupando em outras coisas, mas hoje, dia da mulher, não quis deixar passar em branco e resolvi desde cedo começar a escrever.
Já vi muitos criticarem a Bíblia alegando que seja machista e para isso citam textos isolados de seu contexto. Essas pessoas têm um especial gosto por 1 Coríntios 14:34-35, que diz: “as mulheres devem ficar caladas nas reuniões de adoração. Elas não tem permissão para falar. Como diz a Lei, elas não devem ter cargo nem direção. Se quiserem saber alguma coisa, que perguntem em casa ao marido. É vergonhoso que uma mulher fale nas reuniões da igreja.”
Ou ainda, 1 Timóteo 2:12-14:
“As mulheres devem aprender em silêncio e com toda a humildade. Não permito que as mulheres ensinem ou tenham autoridade sobre os homens; elas devem ficar em silêncio”

Primeiramente vamos olhar, em resumo, desde o princípio o que a Bíblia nos fala sobre mulheres. 
“E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma adjutora que esteja como diante dele” (Gênesis 2:18)
A primeira menção da mulher na Bíblia. Percebemos claramente que o homem sentia falta de alguém para estar com ele, que o homem por si só não estava completamente contente. Mas aqui apenas menciono a primeira vez que falam de uma mulher na Bíblia.
Ao decorrer do tempo bíblico conhecemos várias mulheres que foram reconhecidas como mulheres valorosas que colaboraram na obra de Deus. Dentre as que se destacaram encontramos Joquebede e Miriã, mãe e irmã de Moisés respectivamente.

Joquebede é o exemplo de mãe guerreira. Em uma época quando os meninos hebreus deveriam ser mortos por ordem do faraó, Joquebede escondeu seu filho por três meses até deixá-lo em um cesto onde Moisés foi encontrado pela princesa. Nisso, Miriã, irmã protetora, esteve o tempo todo observando e cuidando do irmão, e sua capacidade de liderança e autonomia a fez instrumento de Deus, já que ela não se intimidou e foi falar com a princesa sobre alguém que poderia cuidar do menino: a sua própria mãe. Se essas duas mulheres não fossem capazes de manter seu espírito inabalável, Moisés seria apenas mais uma criança morta como tantas outras no tempo. Miriã, mais tarde, junto com seus irmãos Moisés e Arão, tornou-se líder do povo de Israel conduzindo o povo na saída do Egito e da escravidão. Ela era uma profetisa, uma mulher que falava perante o povo, ela cantava e liderava outras mulheres em louvor.

Mais adiante, em Números 27, lemos sobre as filhas de Zelofeade (Macla, Noa, Hogla, Milca e Tirza). Mulheres que após a morte do pai buscaram seus direitos sobre a herança; seus tios não estavam aceitando a ideia de mulheres herdeiras, mas elas foram atrás do que buscavam e conseguiram.
“O que as filhas de Zelofeade estão pedindo é justo. Você deve dar a elas uma propriedade entre os parentes de seu pai. A herança do pai deve passar para elas. Diga para o povo de Israel que, quando um homem morrer sem deixar um filho, a filha deverá herdar a propriedade dele. E, se não tiver filhas, então a sua propriedade deverá ser dada aos irmãos dele.” 
(Números 27:7-9)

Essas mulheres acabaram sendo o ponto de criação de uma nova regra dentro do povo: as mulheres poderiam sim, receber a herança.
Mais um exemplo de mulher líder e forte, usada por Deus, é Débora.
“Débora, mulher de Lapidote, era profetisa. Era também juíza dos israelitas naquele tempo. Havia uma palmeira entre Ramá e Betel, na região montanhosa de Efraim. Débora sentava-se debaixo dela, e os israelitas vinham até ali para que ela julgasse  as questões que eles traziam” 
(Juízes 4:4,5)

Para mim, o exemplo de Débora é o mais tocante, pois ela era exemplo não apenas para mulheres, mas também para homens. Todos os israelitas buscavam conselhos de uma mulher, pois sua capacidade era reconhecida; inteligência, liderança, força de espírito e a presença de Deus em sua vida, fizeram dela uma mulher diferente. Sob sua liderança, Israel venceu muitas guerras. Lembrando que naquele tempo ser Juíz era ter o maior cargo do povo, já que não haviam reis. No mesmo tempo de Débora, em uma das guerras em que ela conduziu o povo, uma outra mulher, Jael, também fez diferença.
“Porém Sísera fugiu para a barraca de Jael, mulher de Héber, o queneu. Ele fez isso porque Jabim,  rei de de Hazor, estava em paz com a família de Héber (…) Sísera estava muito cansado e caiu em sono profundo. Aí Jael pegou um martelo e uma estaca da barraca, entrou de mansinho e fincou a estaca na cabeça dele, na fronte. A estaca atravessou a cabeça e entrou na terra. E ele morreu” 
(Juízes 4:17-21)

Em anos que o povo de Israel era atormentado por estrangeiros, duas mulheres fizeram história: Débora conduziu os soldados e Jael matou o comandante do exército inimigo. Duas mulheres que fizeram valer a oportunidade que tiveram.
Rute, que deixou sua família, seguiu com sua sogra e com sua humildade e simplicidade cabou casando-se com um homem bom e que fazia tudo por ela, não apenas isso: ela garantiu sua felicidade e seus descendentes foram reis.
Ana, mãe de Samuel que não importou-se com o que diziam, mas chorou diante do altar buscando a Deus e pedindo por um filho e depois cumpriu a promessa de deixá-lo no templo aprendendo sobre as coisas do Céu.
Ainda no livro de Samuel encontramos uma mulher que assim  como Jael protegeu seu povo:
“Havia na cidade uma mulher muito esperta. Ela gritou do muro:
(…)
Então ela disse:
-Antigamente costumavam dizer:  ‘Vão e peçam conselhos na cidade de Abel’; e era assim que resolviam os problemas. A nossa cidade é grande e uma das mais pacíficas e leais de Israel. Por que você está tentando destruí-la? Você quer arrasar o que pertence a Deus, o Senhor?
-Nunca- respondeu Joabe- Eu nunca destruirei, nem arrasarei a sua cidade! O nosso plano não é esse. Um homem da região montanhosa de Efraim, chamado Seba, filho de Bicri, começou uma revolta contra Davi, o nosso rei. Entreguem só esse homem, e eu irei embora.
-Nós jogaremos a cabeça dele por cima da muralha para você!- disse ela.
Aí ela foi dar o seu conselho ao povo da cidade. E eles cortaram a cabeça de Seba e a jogaram por cima do muro para Joabe (…)”
Essa mulher cujo nome não é revelado, fez uso de sua inteligência para que sua cidade não fosse invadida; em tempo de guerra, se ela não ousasse fazer algo, o que poderia acontecer se os soldados entrassem na cidade em busca do traidor? Mas ela não ficou calada, ela levantou sua voz e se fez ouvir.
Tantos exemplos de mulheres que ainda no Velho Testamento fizeram acontecer, cada uma com suas particularidades, cada uma com um ministério diferente, profetisa, mãe, esposa, líder, irmã, inteligentes, sempre guerreiras, amorosas e fiéis a Deus, em nenhum momento deixaram de fazer o que deveriam alegando serem fracas ou qualquer outra desculpa para não fazer o que lhes era proposto.

Por hoje, apresento essas mulheres do Velho Testamento, o próximo post será sobre algumas mulheres que se destacaram no Novo Testamento e sobre como Deus nos vê. Continue acompanhando, e Feliz Dia da Mulher a todas, que Deus abençõe a cada uma!

Link para o original: cassimartins.blogspot.com

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Conhecendo os mosquitos espiões

Você sabe o que é isso na imagem ao lado? Não, não se trata de um mosquito de verdade. Este é um mini robô, conhecido como inseto espião para uso em áreas urbanas. Supostamente ele já vem sendo usado pelo governo americano apesar de sua produção não ter sido confirmada oficialmente (E desde quando um equipamento militar destes precisa ser divulgado não é?). Segundo dizem, ele é controlado remotamente e tem um equipamento de câmera e microfone acoplados.

Este, aparentemente inofensivo, robozinho poderia pousar em uma pessoa e, assim como um mosquito real, sugar o sangue com a finalidade de tirar uma amostra de DNA, implantar um pequeno chip de rastreamento na pele ou ainda pior, injetar alguma solução letal no seu corpo. Desta forma o governo ou a organização que for que tiver um destes poderá cometer assassinatos seletivos sem que ninguém suspeite de nada e sem de defesa da vítima. Já imaginaram uma tecnologia assim nas mãos de terroristas e bandidos?
Lembrando ainda que, por serem microveículos aéreos e conterem microcâmeras, microfones e outros sensores úteis esses objetos são capazes de tirar fotos, produzir vídeos e ainda coletar informações em lugares que seres humanos não podem alcançar. Tornando-os uma arma perfeita para qualquer espião!

Algumas empresas privadas já haviam admitido a tentativa de criação de microdrones, mas até agora nenhuma agência governamental admitiu o uso ou o desenvolvimento destes pequenos espiões. E será que podemos confiar nos governos? A verdade é que eles jamais admitiriam ou revelariam o uso de equipamentos como esse. É claro, as vezes as informações podem vazar, mas isso é outra história.

Pois é amigos, estamos vivendo em um admirável mundo novo em que nossa vida, desde as ações mais corriqueiras, pode estar sendo monitorada por esses micro robôs. Será que ainda temos tempo de fugir para as montanhas?

Assistam o vídeo abaixo, falando sobre o assunto (está em inglês)

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

O Rio de Janeiro e o Velho Oeste

Encontrei esse artigo no blog do Júlio Severo e achei muito interessante. Quero compartilhar aqui pois o texto mostra como é triste e injusta a época e o país em que vivemos...

Como o Rio lida com assassinos, como o Velho Oeste lidava com eles.

Apesar do título, a cidade do Rio de Janeiro nada tem a ver com o Velho Oeste americano. Não que não houvesse violência no Velho Oeste. Havia, mas não tanto quanto se vê no Rio em pleno século XXI.
A injustiça que abunda no Rio não abundava no Velho Oeste. Tal qual no Rio, todos os criminosos do Velho Oeste portavam armas para seus crimes. Mas, muito diferente do Rio, no Velho Oeste TODOS portavam armas, de modo que para atacar o inocente, o criminoso precisava ser bastante astuto para não acabar liquidado.

Os criminosos do Rio atacam suas vítimas na confiança de que o Estado tenha feito seu trabalho sujo de desarmar a população, garantindo assim total insegurança para as vítimas e total segurança para os assassinos.
No Rio moderno, o assassino escapa muitas vezes impune. Para o criminoso do Velho Oeste, o Rio seria um lugar verdadeiramente maravilhoso, pois a impunidade que reina no Rio não reinava no Velho Oeste. O assassino americano era rapidamente julgado e enforcado. Quando fugia, era perseguido pelo xerife e cidadãos prontos para garantir que o assassino pagasse com sua vida a vida que ele tirou. Quando o criminoso fugia para lugar desconhecido, sua cabeça era colocada a prêmio, que significava que qualquer pessoa que o achasse ou matasse receberia um prêmio em dinheiro.

A ética de defesa pessoal para o cidadão e pena capital para os assassinos era no Velho Oeste sustentada nos princípios da Bíblia. 
A ética protestante (ou evangélica) governava majoritariamente a sociedade americana no século XIX. Os inocentes tinham a Bíblia numa mão e o revólver na outra.

No Rio, embora o número de evangélicos e cristãos seja enorme, não existe ética que influencie as leis a dar aos cidadãos o direito de se defender nem tire do criminoso sua existência de atividades assassinas. No Brasil em geral e no Rio em particular, na mão os inocentes só podem ter a Bíblia, ficando nas mãos de todos os assassinos os revólveres, fuzis, metralhadoras, etc.

No Velho Oeste, os criminosos eram enfrentados a bala pelos próprios cidadãos, que tinham seus rifles prontos para fazer feroz resistência ao crime. No Rio, os cidadãos se escondem das balas quando conseguem. Quando não conseguem, são atingidos, até mesmo por balas perdidas. No Velho Oeste, bastava apenas um assassinato para o criminoso — fosse adulto ou adolescente — ganhar forca. Não havia ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) nem defensores dos direitos dos bandidos.

No Rio, os criminosos disputam quem mata mais, e assassinos adolescentes nunca ganham cadeia, tendo garantidos seus direitos pelo ECA de matarem quantos cidadãos quiserem. Aos 18 anos, o ECA lhes garante soltura da instituição de reabilitação, com ficha totalmente limpa, como se eles nunca tivessem matado uma mosca em toda a vida. É de estranhar então que no Rio haja muitos defensores dos direitos dos bandidos, fartamente pagos com dinheiro de impostos?

No Velho Oeste, o bandido tinha de pensar duas vezes antes de atacar um inocente, para não acabar ele próprio com uma bala no meio da testa. No Rio, o bandido não precisa pensar, pois só suas vítimas acabam com uma bala no meio da testa. 
No Velho Oeste, a forca era o destino certo do assassino. No Rio, a morte é o destino das vítimas dos assassinos, que podem optar por forca, torturas e quaisquer outros sadismos que desejem aplicar às vítimas.
Entre o Velho Oeste e o Rio, eu preferiria o Velho Oeste. Lá pelo menos eu poderia me defender. E tenho certeza de que ninguém do Velho Oeste escolheria o Rio, uma cidade verdadeiramente maravilhosa para todos os tipos de crimes.

O americano do Velho Oeste no Rio perderia automaticamente sua arma e seu direito de se defender e defender sua família, ficando completamente exposto aos criminosos muito bem armados. Se num caso de agressão criminosa contra sua vida ele por “infelicidade” conseguisse tirar do criminoso sua arma e o executasse, ele seria automaticamente condenado pelos grupos de direitos humanos, sempre prontos a castigar qualquer ação dos cidadãos que conseguem despachar um criminoso.
Há também as redes de televisão, que denunciam qualquer atitude indelicada contra os criminosos, garantindo assim a segurança e os “direitos humanos” deles.

No Velho Oeste, havia igualdade. O bandido andava armado e atirava. Mas todos os cidadãos também andavam armados. Eram criminosos armados contra cidadãos armados. 
No Rio, a desigualdade é total. Para imensa alegria dos bandidos, só eles andam armados. São criminosos fortemente armados contra uma população fortemente desarmada, onde o assassino se sente como raposa a solta no galinheiro. Esse galinheiro se chama Rio. Esse galinheiro também se chama Brasil.
Enquanto os assassinos do Rio torturam e matam inocentes, a vítima que consegue retribuir dez por cento ao criminoso é condenada como violadora de direitos humanos. O Rio assim virou um inferno.
Se o Velho Oeste fosse como o Rio, seria um inferno para os inocentes, e um lugar maravilhoso para os assassinos. Contudo, o Velho Oeste não era como o Rio, de modo que os caubóis diriam: Ainda bem que não estamos no Rio! Por amor à justiça e aos inocentes, eu diria: Que pena que o Rio não é como o Velho Oeste!


Nota: Esse texto foi revisto por um amigo cujos antepassados viviam no Velho Oeste. Por gerações, sua família tem tido armas. Ele próprio teve um AK-47, mas como cristão ele me disse que não o usaria para se defender, mas para defender sua família e outros. Os cidadãos brasileiros não têm permissão de ter um AK-47 ou armas menos potentes. Contudo, os criminosos do Brasil têm armas muito mais potentes do que um AK-47! 


Link para o texto original: O Rio e o Velho Oeste

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