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quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

O profundo significado do natal

Vivemos em uma época agitada, vivemos num tempo em que nosso egoísmo e superficialidade engolfou muitas tradições boas do passado e esse fato lamentavelmente atingiu o natal também. Parece que esquecemos da sublime razão desta festa dentro da cristandade: 
Jesus Cristo... O Verbo Divino que existe desde a eternidade, se fez carne e habitou entre os homens trazendo salvação e graça. O Filho do Criador do universo desceu à Terra, nascendo em uma humilde estrebaria de Belém! O simples meditar desta história já deveria encher o nosso coração de alegria, paz e reverência. Como é possível que hoje em dia as pessoas tenham esvaziado o natal do seu significado mais importante?

Singela e solene ao mesmo tempo. É assim que eu acredito que deveria ser a celebração do natal. Nada de festas em baladas, bares ou botequins, nada de músicas profanas, bebedeiras e confusões. É um momento especial, para estar junto da família, dos parentes, e dos amigos mais chegados, de preferência em uma casa cheia de crianças. Porque são elas, as crianças, com sua empolgação e espontaneidade, que emprestam todo um ar de “magia” à festa. Nem os adultos deveriam perder essa empolgação, pois é momento de praticar a caridade e a cordialidade cristã de maneira AINDA MAIS acentuada nesta época do ano! Mas... quando esquecemos do aniversariante, a tendência é que o natal não passe de um evento comum, útil apenas para aquecer as vendas do comércio.

Esse ano senti na própria pele minha empolgação pelas antigas tradições natalinas diminuírem. Isso me levou a “colocar o pé no freio”, meditar no assunto e escrever esse texto. Me perguntei: Por que? Será que foi porque eu cresci? Cheguei a conclusão que não. Lembro que tempos atrás os adultos também eram diferentes, pelo menos nesta época do ano. O amor pelo próximo e a lembrança de Jesus Cristo eram mais evidentes. Hoje, no entanto, vemos que até mesmo o que é belo, o que é nobre, e o que é respeitável tem sido rejeitado por uma sociedade cada vez mais corrupta. Porém, tudo isso corrobora com a afirmação bíblica de que nos últimos tempos o amor de muitos esfriaria. É a Palavra de Deus provando, mais uma vez, sua exatidão.

Eu sei, eu sei... Alguns vão argumentar que essa festa está cheia de elementos pagãos, que Jesus não nasceu nesta data e “blá blá blá”. Todo ano aparece uma legião de pseudo-teólogos e pesquisadores de Internet, alardeando essas informações aos quatro ventos, como se tivessem descoberto o ‘ovo de Colombo’. Cá entre nós.... Que gente chata! Como se esses elementos fossem diminuir a força que os cristãos deram ao natal. Esse pessoal não consegue entender que os antigos mitos pagãos é que foram cristianizados e não o contrário. A verdade e a realidade de Cristo prevalecem sobre as lendas.

Me despeço dizendo.... Comemorem o natal, mas de maneira correta! Se alegrem pelo fato de que, há mais de 2000 anos, o Filho de Deus veio até nós, pobres pecadores, cheio de graça e cheio de verdade para trazer salvação e luz a um mundo mergulhado em trevas. Qualquer outra motivação para celebrar o natal, que não seja essa, é vazia e desprovida de sentido. Vou deixar abaixo, um trecho bíblico sobre o nascimento de Jesus e uma linda coletânea de músicas natalinas, essas músicas costumam acalmar nossa alma agitada e trazer momentos de paz e boas lembranças.

Havia pastores que estavam nos campos próximos e durante a noite tomavam conta dos seus rebanhos. E aconteceu que um anjo do Senhor apareceu-lhes e a glória do Senhor resplandeceu ao redor deles; e ficaram aterrorizados.
Mas o anjo lhes disse: "Não tenham medo. Estou lhes trazendo boas novas de grande alegria, que são para todo o povo: Hoje, na cidade de Davi, lhes nasceu o Salvador que é Cristo, o Senhor.
Isto lhes servirá de sinal: encontrarão o bebê envolto em panos e deitado numa manjedoura".
De repente, uma grande multidão do exército celestial apareceu com o anjo, louvando a Deus e dizendo:
"Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens aos quais ele concede o seu favor".

(Lucas 2:8-14)


FELIZ NATAL A TODOS!

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

"Coisa" não identificada cai do céu em província da China

No último dia 12 de dezembro, algo não identificado caiu do céu, na vila de Zhangjiapan, Província de Shaanxi, China. Uma cratera com cerca de 1 metro de comprimento por 50 cm de largura formou-se no local da queda, mas nada foi encontrado no buraco que ainda estava queimando quando os moradores da aldeia chegaram.

A polícia local afirma ter encontrado outros objetos que podem estar relacionados com o incidente em três locais diferentes no sudeste de Fugu County. Um destes objeto se trata de um grande anel de metal com uma espécie de serial gravado em sua superfície. Esse anel teria caído em alta velocidade em cima do telhado de uma casa; ninguém ficou ferido. Os objetos foram enviados para especialistas a fim de serem feitos testes. 

Em entrevista a um repórter da HSW.cn, um aldeão chamado Zhang afirmou ter ouvido um som profundo no céu por volta das 13:00hs da sexta-feira. Ele olhou para cima e viu um objeto caindo rapidamente em direção à montanha. "Fez um ruído alto quando ele bateu no chão. Em seguida, começou a queimar. A grama seca nas proximidades foi rapidamente incendiada ".

O incidente atraiu milhares de comentários de internautas chineses que chegaram a cogitar ser parte de um UFO. No entanto, é provável que sejam partes de um foguete. Um deles perguntou: "São partes da nave espacial Shenzhou 11?".
O caso está sendo investigado pela polícia. 



domingo, 18 de dezembro de 2016

Técnicas usadas para manipular a população

Não precisa ser nenhuma criatura superdotada de inteligência para saber que não se deve acreditar em tudo o que a mídia diz. Basta um pouco de lucidez para percebermos que tentam nos manipular o tempo todo! Por isso, não me surpreendi muito quando encontrei uma lista, supostamente desenvolvida pelo filósofo esquerdista americano Avram Noam Chomsky, apontando 10 estratégias usadas pela mídia para tentar manipular a população, especialmente aqueles menos instruídos.

Apesar de Noam Chomsky ser um esquerdopata, algumas técnicas (não todas) descritas por ele são, de fato, verdadeiras, sendo inclusive usadas pelos próprios partidos e regimes de esquerda na América Latina para obter apoio popular. Confira...
  
Problema – reação – solução
Também conhecida como “regra de três”, essa técnica consiste em criar um problema emocionalmente forte, que cause impacto sobre a população, depois esperar a reação das pessoas e por fim colocar em prática um plano que beneficie o sistema a ser implantado. Um exemplo disso é um ataque terrorista. Dependendo de sua intensidade, o povo abre mão de muitas coisas em troca de segurança, inclusive de alguns direitos civis. Após o atentado de 11 de setembro de 2001, o governo dos EUA aprovou uma lei denominada ‘Ato Patriótico’, no qual agências públicas ganharam o poder de invadir legalmente a privacidade dos cidadãos.

Infantilidade
Boa parte das publicidades utilizam argumentos, personagens, entonação e até mesmo personagens infantis, como se fossemos crianças ou deficientes mentais. O tom de infantilidade aumenta proporcionalmente à intenção de se enganar o telespectador. A resposta ou reação dele tende a ser também um senso crítico equivalente ao de uma criança.

Distração
Certamente essa é uma das principais técnicas de controle social. Basicamente, esse método consiste em desviar o público de sérios problemas sociais, políticos e econômicos. Somos bombardeados pela TV com informações insignificantes, tornando mais difícil o público ganhar interesse em assuntos essenciais, com temas científicos, sociais, econômicos, psicológicos, e por aí vai. Manter as pessoas ocupadas com questões sem importância é uma boa técnica de manipulação. 
OBS: Muito semelhante com a estratégia do “pão e circo” (comida e diversão) usada pelos imperadores romanos para manter o povo calmo.

Fazer com que as pessoas se sintam culpadas
Essa técnica de manipulação consiste em fazer com que a pessoa acredite que somente ela é culpada de algum problema coletivo. Um exemplo clássico é o tal do “aquecimento global”. Recentemente alguns destes “ambientalistas” chegaram ao ridículo de dizer que o nosso churrasco de domingo contribui significativamente para o aumento da temperatura terrestre. No entanto, vozes dissidentes afirmam exatamente o contrário: O planeta está esfriando e não esquentando!

Mantendo o público na ignorância
Essa obviamente é a técnica mais utilizada como forma de manipulação e a mais eficiente, sobretudo em países com baixo nível de educação, como o Brasil. É utilizada juntamente com a técnica da distração. Não é à toa que se investe tão pouco em educação para as classes sociais mais baixas, afinal de contas, um povo ignorante é mais fácil de controlar. Na televisão, poucos são os conteúdos de qualidade apresentados e a situação está cada vez pior. Outro exemplo é a música, que teve uma decadência assustadora em termos de qualidade (conteúdo) desde o início do século XXI, principalmente aqui no Brasil. Está aí o “funk carioca” que não nos deixa mentir.

Estimular o público a permanecer na ignorância
Essa é praticamente uma consequência da anterior. Consiste em fazer com que as pessoas acreditem que ser estúpido, vulgar e inculto é moda. Exemplo disso é a música e estilo divulgados pela televisão. E mais... Fico perplexo com a enorme quantidade de pessoas que escolhem, deliberadamente, serem idiotas simplesmente para serem aceitos em nichos sociais igualmente idiotas. Em outras palavras, trocam a realidade por uma suposta felicidade advinda da aceitação.

Mensagens subliminares
Uma técnica de manipulação antiga na área de publicidade e propaganda. É usada para causar um “curto-circuito” no senso crítico do indivíduo, aproveitando sua fragilidade emocional.

Por enquanto é isso pessoal... A realidade é triste, e enquanto futebol e novela forem os assuntos mais comentados entre a massa as coisas não vão mudar. É necessário estudar, pesquisar e debater. Não há caminho fácil para o conhecimento. Estou de olho e quero que outros também fiquem alertas!


Créditos da imagem: Pinterest/marionettes

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Asgardia, o projeto da nação espacial

Desde outubro, começaram a circular na internet rumores de uma nova iniciativa científica: o projeto de uma nação espacial. Não, eu não quis dizer “estação espacial”, trata-se de uma NAÇÃO mesmo. Este novo país se chama Asgardia, uma alusão a Asgard, morada dos deuses da mitologia nórdica. Segundo os idealizadores do projeto, Asgardia será uma nação democrática com o propósito de “buscar a paz” no espaço e “servir a humanidade”, terá sua própria bandeira, hino, governo, entre outras coisas. Existe inclusive um site lançado para recolher inscrições de pessoas interessadas em se tornar cidadão asgardiano. A intenção é de que 150 milhões de pessoas possam morar e trabalhar na “Estação-país” que ficará localizado na orbita baixa da terra ou um pouco além. Um dos líderes e fundadores da ação é o empresário e cientista russo Igor Ashurbeyli. Recentemente Ashurbeyli deu a seguinte declaração ao site Space.com:
"Asgardia será um reflexo da Terra no espaço, mas sem fronteiras, limites e restrições religiosas. Nós preferimos dialogar com pessoas e empresas, não Estados".

Outro proeminente líder do projeto é Ram Jakhu, diretor do Instituto de Lei Aérea e Espacial da Universidade McGill (Montreal, no Canadá). Jakhu afirmou que... Com cidadãos, um governo e uma nave desabitada para chamar de território, a futura nação já terá três de quatro elementos da ONU para ser considerada uma nação. Faltaria apenas o reconhecimento dos outros países membros da organização. “O reconhecimento dos países não será problema”, acredita Jakhu. O projeto também conta com a participação de Joseph Pelton, diretor emérito do Instituto de Pesquisa Espacial e Comunicação Avançada da Universidade George, Washington. Este cientista também acrescenta a possibilidade até de defesa da Terra contra asteroides usando canhões a laser.

A intenção dos fundadores é lançar o primeiro satélite artificial em nome da iniciativa entre 2017 e 2018, com recursos de um país emergente, sem tradição na corrida espacial. Apesar de ambicioso, o projeto tem grandes desafios pela frente, especialmente os obstáculos referentes a lei espacial internacional. Se o projeto de uma nação espacial realmente sair do papel, muitos pontos do Tratado do Espaço Exterior (Outer Space Treaty, em inglês), teriam que ser repensados ou reformulados. Por exemplo: Esse documento, datado dos anos 1960, afirma que a responsabilidade pelos objetos enviados ao espaço é do país que os enviou, mas Asgardia seria responsável por seu próprio lançamento. Apesar disso, Ashurbeyli afirma que a primeira “nação espacial” vai pavimentar o caminho para a vida humana fora da Terra. “Estamos lançando as fundações para fazer com que isso seja possível em um futuro distante”, diz ele.

Teorias da conspiração

No entanto, a simbologia usada no site de Asgardia  chamou atenção de alguns teóricos da conspiração. Um usuário do Youtube chamado Dahboo777, postou um vídeo em seu canal chamando a atenção sobre alguns elementos que fazem parte do emblema de Asgardia, no qual se distingue claramente o “olho de hórus”, que representaria, segundo o homem, um vínculo do projeto com antigas sociedades secretas (como os Iluminatti). O símbolo cabalístico da “árvore da vida” também estaria escondido no emblema.

Falando francamente...

Sinceramente, apesar de não duvidar da capacidade tecnológica e da determinação humana, tenho minhas dúvidas se este suposto projeto é realmente sério. Poderia muito bem ser uma pesquisa para saber quantas pessoas almejam algo parecido e até que ponto se empenhariam por esse tipo de empreitada (ou quantos idiotas existem no mundo para acreditar nisso). 

No entanto, o projeto pode ser real, e pode envolver não apenas um grupo de cientistas altamente capacitados, mas também uma rica elite mundial havida por dominar o mundo. Veja bem, a ideia de usar canhões de laser para destruir asteroides que ameaçam a Terra parece boa, mas esses lasers podem muito bem serem usados contra nós aqui em baixo! 

Não me passou despercebido, o “olho de hórus” no emblema asgardiano, nem o fato desta futura nação ser ateia (É isso o que Ashurbeyli quis dizer com “livre de restrições religiosas”). Também não me passou despercebida a referência a morada dos deuses da mitologia nórdica... Será que os fundadores deste projeto estão tentando se colocar na posição de “deuses”, substituindo as religiões atuais por uma religião mundial? A princípio, essa proposta até parece legal e cheia de boas intenções, mas basta um olhar mais atento para percebermos que é a velha história da torre de Babel se repetindo: Um grupo de homens soberbos, tentando atingir a “morada dos deuses” para serem invulneráveis. Não sei até onde vai essa história, mas se os idealizadores estiverem certos, novidades surgirão em 2017 ou 2018. É aguardar para ver.

Mais uma coisa... Na verdade, acho a ideia de uma cidade nas imediações da Terra fantástica, mas não fiz inscrição para ser cidadão de Asgardia. Minha intenção é morar em outra cidade celestial que está chegando... Ela se chama Nova Jerusalém!

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Livro: Sangue na areia (resenha)

Confesso que, apesar de gostar muito de escatologia, relutei alguns meses antes de pegar esse livro para ler por pura desconfiança do autor... Benny Hinn. O tele-evangelista israelense, radicado nos Estados Unidos, famoso pela divulgação de algumas práticas um tanto “exóticas” no meio evangélico. Mas, finalmente meu interesse pelo tema venceu o preconceito e iniciei a leitura de “Sangue na areia”. Posso dizer que me surpreendi positivamente! Não tem nenhuma heresia, nem erro teológico grave nessa obra e isso é tranquilizante. 

Mesmo não sendo um estudo complexo sobre o fim dos tempos, a linguagem simplificada e objetiva da obra ajuda bastante na compreensão do leitor menos familiarizado com assuntos ligados ao Oriente Médio e profecias bíblicas. Na verdade, o livro aborda muito mais as questões históricas que explicam as raízes do conflito árabe-israelense do que interpretações de profecias futuras (apesar de estas aparecerem também).

Benny Hinn nasceu na cidade de Jafa, em Israel, poucos anos após a criação do moderno Estado judeu (fundado em 1948); posteriormente essa localidade foi engolida pela expansão urbana de Tel-aviv e mudou o nome para Yafo. Hinn não é judeu, mas por ter nascido nesta região conhece bem os complexos problemas que geram tensão entre árabes e judeus e que despontaram em várias guerras no século XX. Inclusive, foi depois da ‘guerra dos seis dias’ em 1967, que seu pai decidiu migrar para o Canadá com toda a família. 

O livro mostra que os árabes afirmam serem descendentes de Abraão, através de seu filho Ismael. Com o tempo, os descendentes de Ismael se dividiram em numerosas tribos e povoaram a região da Arábia e parte do que hoje é o leste da Jordânia, muitos deles se tornaram prósperos mercadores e construíram cidades importantes. A narrativa esclarece que essas tribos árabes eram politeístas, ou seja, adoravam diversos deuses diferentes, porém, tudo mudou com o advento do islamismo por volta do ano 610 d.c. A religião, iniciada por Maomé, conseguiu unir as tribos do deserto e rapidamente se expandiu pelo oriente conquistando diversos países.

Nos capítulos seguintes, são descritos os conflitos mais modernos entre os dois povos, desde o crescimento do movimento sionista que culminou com a criação do Estado de Israel até a criação da OLP (Organização para a libertação da palestina), passando pelo acordo de Camp David e pela guerra do Yom Kippur. Esses relatos históricos ocupam mais da metade do livro e aqui encontro um ponto negativo... Benny Hinn parece ser meio pretensioso quando descreve a relação dele com líderes mundiais e autoridades do Oriente Médio, como o falecido rei Hussein da Jordânia e o primeiro ministro de Israel Benjamin Netanyahu. No entanto, não é nada que comprometa a obra.

Um dos trechos mais interessantes, na minha opinião, é o comentário sobre a parábola da figueira (Mateus 24:32), árvore que até hoje é um dos símbolos da nação de Israel. Segundo a interpretação dispensacionalista mais comum, a expressão “não passará esta geração sem que tudo isso aconteça”, mostra, sem revelar dias e horas, exatamente a época da volta de Cristo. Tendo em mente que uma geração bíblica dura cerca de 100 anos, é preciso identificar quando os brotos da figueira (Israel) começaram a crescer. Seria uma referência ao ano da restauração do Estado israelense em 1948? Não podemos afirmar, mas se essa interpretação estiver correta, podemos esperar muitas coisas interessantes acontecendo no planeta Terra nos próximos 30 anos. Coisas como... O arrebatamento da Igreja, a invasão de Israel pelos lados do norte, a derrota dos inimigos de Israel, a ascensão do anticristo, a reconstrução do novo templo, etc. Porém, se esta interpretação estiver errada será abandonada até 2048.

Por fim, gostei muito da forma como o livro termina, com um apelo evangelístico ao leitor, convidando para o arrependimento todos aqueles que nunca tomaram uma decisão de seguir a Jesus Cristo. Termino dizendo que essa é uma boa leitura para leigos em escatologia bíblica, pois conhecer a história dessa região ajuda muito para uma boa interpretação dos textos proféticos.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

A vitória de Trump e a fúria dos globalistas

Ontem o republicano Donald Trump venceu as eleições americanas ao conquistar pelo menos 290 votos no colégio eleitoral; bem mais do que os 270 votos que seriam necessários. O resultado ficou conhecido às 5h32m (horário de Brasília) desta quarta-feira e deixou praticamente toda a imprensa internacional perplexa. E não é para menos... Durante longos meses essa mesma mídia realizou um ataque maciço ao republicano, tão pesado que se estima que 95% das notícias sobre Trump foram de cunho negativo; era como se uma lente de aumento fosse colocada em qualquer pequeno deslize que o candidato cometesse. 

Todos os dias “especialistas” eram entrevistados nos canais de notícias sempre projetando a possível vitória de Hillary Clinton e desprestigiando Trump, usando os mais absurdos argumentos. O mesmo aconteceu com os institutos de pesquisa, que davam como certa a vitória da democrata. No entanto, toda essa mobilização e todos os discursos utópicos e esquerdistas de Hillary acabaram por cair diante de uma realidade: Obama ferrou com o país e era preciso consertar os erros. Então, apesar da tentativa, desta vez o povo americano não foi ludibriado e o resultado final deixou a imprensa, inclusive a brasileira, desolada se perguntando “o que aconteceu”?

Não sei se Donald Trump será um bom presidente e não sei ao certo qual será a sua política externa na área econômica, mas a questão aqui não é essa. As perguntas que faço são outras: Por que a mídia o atacou com tanta fúria? Será que foi mesmo pelas declarações polêmicas? E por que a maioria dos jornalistas fazem vistas grossas para as declarações belicistas e antirreligiosas de Hillary? Ou quase nada falam dos e-mails que ela trocava usando um servidor privado, enquanto ainda era secretária de Estado? O mundo é um lugar complicado, mas as respostas para essas perguntas são relativamente simples.

A verdade é que Trump, mesmo não sendo o melhor candidato conservador, representa valores que são simplesmente abomináveis para os defensores da Nova Ordem Mundial, como o patriotismo por exemplo. Não apenas isso, ele também defende o porte de armas para o cidadão comum e é uma figura antagônica à praga do politicamente correto que se espalhou pelo mundo. No campo econômico, o republicano inclusive já sinalizou que vai rever acordos comerciais que favorecem o globalismo, mas que são desvantajosos para os EUA. Ou seja, tudo indica que os planos para a formação de um governo único mundial serão, pelo menos temporariamente, freados, pois a influência dessa nação ainda é muito forte no cenário geopolítico. Também posso estar errado, isso vai depender da força e da habilidade do novo presidente americano em quebrar o stablishment esquerdista global que é poderosíssimo. E vale lembrar que essa gente nunca desiste! Por enquanto, tudo o que sabemos é que desta vez não deu para a fundação George Soros e para os Bilderbergs e companhia. Algumas coisas estão para mudar no mundo.

Desde já peço desculpas se algum leitor não está acostumado a termos como ‘Nova Ordem Mundial”, “globalismo”, “Bilderberg”, etc... Ou que não entende a relação dessas forças com a eleição americana. Assim que possível postarei outro texto explicando esses conceitos que são fundamentais para entendermos melhor a complexa realidade geopolítica contemporânea. Tem muito mais coisas em jogo do que a simples política interna americana.
Fiquem com Deus.
Foto: huffingtonpost




quinta-feira, 27 de outubro de 2016

O mundo está perto de uma terceira guerra mundial?

Esse é um assunto que tem sido estranhamente negligenciado pela imprensa tradicional, especialmente a brasileira, mas é alvo de ampla repercussão e debate nas mídias alternativas. Estamos realmente perto de outro conflito global ou tudo não passa de um jogo de cena entre as grandes potências?

Tudo indica que o perigo é mesmo real, infelizmente. As tensões entre EUA e Rússia tem aumentado e o principal ponto de atrito é a questão da Síria. De um lado temos os russos tentando salvar o regime atual do presidente Bashar Al Assad visando, é claro, seus próprios interesses na região; do outro lado temos os americanos financiando e armando rebeldes sírios que tentam derrubar Al Assad. Em meio a isso surge o Estado Islâmico, um grupo terrorista que não é amigo de ninguém e que tomou vastas áreas da Síria e do Iraque, matando milhares de pessoas e aterrorizando o mundo com atentados por toda a parte. Agora, com o pretexto de combater o Estado Islâmico, Rússia e Estados Unidos marcam presença militar na região. 

A situação pode piorar dependo de quem vencer as eleições americanas. Donald Trump, o megaempresário dono de vários empreendimentos, tem interesse em manter a paz com a Rússia, em parte devido aos seus próprios interesses comerciais no país. A outra candidata, a democrata Hillary Clinton, é anti-russia, e já encantou muitos americanos com seu falso discurso de tolerância e união entre os povos. Porém, a verdade é que Hillary é uma mulher antirreligiosa e belicosa. Não será bom para a paz mundial, nem para a cultura ocidental se ela vencer.

De qualquer forma, o aumento das hostilidades já está em curso... Na semana passada, uma flotilha de guerra liderada pelo porta-aviões Admiral Kuznetsov partiu em direção ao mar Mediterrâneo, com o provável intuito de chegar a costa da Síria (No momento, a frota já passou o estreito de Gibraltar e entrou no Mediterrâneo). Maciços bombardeios realizados pela aviação russa estão ocorrendo na cidade de Aleppo na intenção de libertar a cidade das mãos do E.I; Moscou está enviando mísseis nucleares para perto das fronteiras europeias, e até mesmo as TV’s da Rússia já tratam a guerra com o ocidente como uma possibilidade real.

Diante de todos esses fatos que estão se desenrolando no cenário mundial, a chance de um conflito bélico em larga escala não pode ser descartada. Mas talvez a terceira guerra mundial não aconteça, pelo menos não agora, pois a Europa é compradora de grande parte da produção de gás natural da Rússia. Não teria muito sentido os russos bombardearem seus principais clientes.

Mesmo assim há algo estranho acontecendo no mundo. Não é um simples conflito entre dois países. São os membros da OTAN, encabeçados pelos Estados Unidos e representando o globalismo ocidental contra a Rússia e seus principais aliados Irã e China representando o Eurasianismo. Dois sistemas mundanos e malignos que tentam obter a hegemonia global, não há para quem “torcer”. 

Não custa nada nós, meros espectadores, nos prepararmos para o pior. É tempo de sair das dívidas, estocar provisões para o caso de um colapso econômico e ter um plano de evacuação para você e sua família... Continuaremos acompanhando os acontecimentos atentamente. E confiando em Deus!

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