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quarta-feira, 31 de outubro de 2018

A greve dos caminhoneiros e a lição de Mises

Em maio deste ano uma greve de caminhoneiros autônomos tomou conta do país trazendo transtornos, desabastecimentos e incertezas. O problema foi tão grave que quase ocasionou uma intervenção militar e a queda do presidente Michel Temer; que conseguiu se manter no poder por detalhes. A principal reivindicação dos caminhoneiros foi uma redução do preço do diesel e teve amplo apoio popular, pois boa parte da população achou que se beneficiaria com uma suposta redução do preço da gasolina; o que, lógico, não aconteceu.

A segunda pauta dos grevistas não foi muito difundida na mídia e em geral é de pouco interesse de quem não trabalha diretamente com a categoria. Estes caminhoneiros autônomos exigiam, da parte do governo, a criação de uma tabela de preço mínimo de frete; para que nenhuma transportadora pagasse menos do que o exigido em lei. Ou seja, estavam pedindo mais intervenção do governo na economia, e este acuado pela pressão cedeu.

Porém, estes motoristas autônomos não esperavam que a criação desta tabela teria consequências desastrosas para eles próprios. Muitas empresas, vendo que se tornaria economicamente inviável pagar o frete mínimo exigido, preferiram comprar seus próprios caminhões, deixando muitos caminhoneiros sem carga para transportar; ou seja, sem trabalho.

Relembrei esse fato por dois motivos: o primeiro é mostrar ao leitor como a interferência governamental na economia é destruidora; e o segundo para refletirmos o quão lamentável é que a maioria das pessoas não saiba isso! É algo básico, todo trabalhador deveria saber; mas nós brasileiros temos arraigada no imaginário popular a ideia de que o governo deve cuidar de todos os nossos problemas, sobretudo os problemas econômicos. E é justamente por isso que somos um país tão pobre e atrasado.

Felizmente há muitas saídas, e não é preciso que todo mundo faça uma faculdade ou um curso avançado de economia. Existem livros bons e baratos que podem esclarecer pessoas comuns, como nós, sobre o tema; e acredito que um dos melhores de todos seja “As seis lições” de Ludwig Von Mises. De uma maneira simples e fácil de entender Mises dá uma palestra magistral sobre os males resultantes da intervenção do governo na economia. Especialmente mostrando que o controle do governo em alguma área afeta toda a economia, pois não existe “intervenção isolada”.

Mas essa importante obra tem mais joias preciosas. O autor também fala sobre capitalismo, socialismo, inflação, investimento externo e, por último, sobre as relações entre política e ideias. Acreditem, ler e estudar as lições contidas neste livro pode nos colocar anos à frente daqueles que se informam apenas pelos “especialistas” da Globonews. E, de quebra, nos ajudará a escolher melhor nossos representantes na política, pois trabalhadores jamais deveriam votar em políticos que atrapalham as relações de trabalho.

Ler “menos Marx e mais Mises” nas escolas e universidades poderia mudar bastante a mentalidade predominante na sociedade hoje. Mas, enquanto esse dia não chega, o prejuízo dos caminhoneiros autônomos nos servirá de lição.

Eliezer Lutero de Souza
Peripatos – Grupo de Estudos Conservadores

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

A estranha época em que o crime parece compensar

Vários fatos e características da nossa época mostram que a cultura ocidental está em acelerado processo de decadência, voltando paulatinamente ao barbarismo de eras passadas. Mas nenhuma destas características deveriam nos deixar mais estupefatos (e temerosos) do que a estranha exaltação do criminoso que vemos em nossos dias! Uma tendência que cresceu rapidamente a partir dos anos 2000 e já podia ser observada no século XX, quando os meninos brincavam de cowboy e bandido, embora Lei e Ordem ainda fossem mais atrativas.

Filmes, séries, novelas e jogos de videogame fazem um esforço especial para “glamourizar” o criminoso e relativizar a contravenção da Lei. Certos movimentos políticos vão ainda mais longe e procuram transformar meliantes em pobres vítimas da sociedade. Esses grupos chegam até mesmo a propor (pasmem!) leis para punir, não os bandidos, mas o cidadão de bem que ousa clamar por segurança.

Para essa gente, o crime só é passível de plena punição se for cometido contra alguém do seu grupo ideológico; caso contrário as penas devem ser abrandadas e até mesmo anuladas. Embora invoquem frequentemente os Direitos Humanos para defender criminosos, esses grupos pervertidos jamais consideram que os Direitos Universais do Homem devem valer para toda a humanidade de forma imparcial. A triste consequência deste fenômeno é o brutal aumento da violência. Crimes e nefastas organizações criminosas se multiplicam descontroladamente graças à sensação de impunidade.

O filósofo Mario Ferreira Dos Santos comenta em sua obra ‘Invasão vertical dos bárbaros’ que o barbarismo está também na benevolência exagerada. Ora, se relacionarmos as leis brandas do código penal brasileiro com o fato de sermos atualmente um dos países mais violentos do mundo, podemos facilmente concluir que o filósofo tinha razão. Muita razão!

Este quadro desalentador até pode mudar... Se passarmos a valorizar a justiça em detrimento do criminoso. Lógico que não defendemos uma espécie de caça às bruxas, pois a justiça do Homem culto e civilizado é revestida também de misericórdia e de especial consideração com a condição humana; ainda assim deve tratar duramente a criminalidade. Quando a sociedade entender que a valorização da vida, exige leis justas e ao mesmo tempo duras e eficazes, teremos então a chance de parar o derramamento de sangue que tragicamente ocorre, Brasil afora, nas periferias de nossas cidades.

Eliezer Lutero de Souza
Peripatos – Grupo de Estudos Conservadores

sábado, 8 de setembro de 2018

ONU, Onde Satanás tem o seu trono!

Certo versículo da Bíblia sempre me chamou atenção. Uma passagem que se encontra em Apocalipse 3:12-13 e diz: 

“Ao anjo da igreja de Pérgamo escreve: Estas coisas diz aquele que tem a espada afiada de dois gumes: Conheço o lugar em que habitas, onde está o trono de Satanás [...].”

Ficava intrigado com essa afirmação. Será possível que Satanás tenha um local físico onde ele habita na Terra? Vários estudiosos já deram palpites sobre esse tema. Alguns acham que Pérgamo era a ponte entre a antiga religião babilônica e a religião de Roma; outros sugerem que é uma referência a Esculápio, deus da medicina, cuja imagem era representada por uma serpente. 

Mas a explicação mais provável das palavras do apóstolo João é que seja uma referência ao culto ao imperador romano na pessoa de ‘César’, prática infame que desencadeou grande perseguição e morte aos primeiros cristãos. Ao contrário do que muitos pensam esse culto pagão não está extinto, ele se manifesta ainda hoje, mais forte do que nunca, na idolatria ao Estado. Os efeitos malignos desta adoração religiosa ao poder estatal se mostraram evidentes na Alemanha nazista, na Itália com o fascismo e em muitos países comunistas como, por exemplo, na Rússia com a revolução bolchevique e na China com a subida ao poder de Mao Tse Tung. 

E o que isto tem a ver com a ONU alguém deve perguntar. Acredito, porém, que a pergunta mais correta seria: Para que serve a ONU? Fundada em 24 de outubro de 1945, após o término da 2ª Guerra Mundial, a Organização das Nações Unidas substituiu a antiga ‘Liga das nações’ e tinha como objetivo inicial ajudar na cooperação dos povos, buscando a paz mundial e promovendo os Direitos Humanos. Legal né? Porém algo saiu errado, pois, muito mais do que um mero antro de politicagem, essa organização se tornou uma espécie de ninho do totalitarismo. Não estou exagerando, menos da metade dos países membros podem ser considerados democráticos e livres.

créditos imagem: www.behance.net/
E isso é suficiente para chamar a ONU de “trono de Satanás”? Como dizem: Contra fatos não há argumentos! Neste momento mulheres são oprimidas na Arábia Saudita, homossexuais são executados no Irã, cristãos são perseguidos e mortos na Coréia do Norte e no Iraque, mas essa organização fecha os olhos para todas essas atrocidades. Sabe-se que 85% das resoluções aprovadas contra países na Assembleia Geral da ONU servem para condenar Israel, a ÚNICA democracia verdadeira no Oriente Médio. Todo esse ódio a Israel vem de Satanás.

As coisas não param por aí. São muitas as denuncias de abusos, estupros e outros crimes sexuais cometidos por soldados e demais funcionários de ONU e justo contra aqueles que são mais vulneráveis: As crianças. Os casos de pedofilia aconteceram principalmente em países africanos, mas a relatos de ocorrências em outras nações também. Outra coisa bizarra é o tal Conselho de Direitos Humanos que em 2003 chegou a ser presidido por ninguém menos do que Muamar Kadafi, o sanguinário ditador líbio que não pensou duas vezes antes de usar aviões de guerra contra seu próprio povo. Esse nível de hipocrisia parece surreal, mas é a pura realidade.

E não é só isso... Essa maldita organização trava silenciosamente uma verdadeira cruzada contra os cristãos e contra Deus. Recentemente um relatório chegou a afirmar que levar as crianças à igreja é uma “violação dos direitos humanos”. A ONU também é promotora mundial do homossexualismo, da ideologia de gênero e do aborto; chegando a pressionar países para que adotem políticas públicas na defesa destas bandeiras. Seus altos funcionários militam também pelo desarmamento civil (que deixaria todos à mercê do totalitarismo) e pelo fim da polícia militar. Frequentemente defendem bandidos e assassinos com a desculpa de estarem resguardando os Direitos Humanos, mas fazem vista grossa para aqueles que realmente precisam de ajuda. Isso é uma séria distorção do senso de justiça e dos valores morais.

As coisas que estou comentando neste pequeno artigo são apenas a superfície. Há coisas ainda piores escondidas nas densas trevas que envolvem essa organização de muitos braços... Como o embrião de um governo único mundial, totalitário e quase onipresente. Diante de todas estas coisas não é exagero afirmar que atualmente é na ONU que Satanás tem o seu trono.



quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Mulher misteriosa que desaparece após tocar campainha das casas põe polícia do Texas em alerta

A polícia está procurando uma mulher misteriosa filmada ao tocar a campainha de uma casa no condado de Montgomery, no Estado do Texas, EUA. Nada de anormal, se não fosse o fato da campainha ter tocado às 3:20hs da madrugada e da mulher simplesmente ter sumido antes que o dono pudesse abrir a porta. As imagens das câmeras de segurança gravaram o momento em que ela se aproxima da residência, aparentemente descalça e usando um tipo de tala imobilizadora no punho. A polícia classificou o caso como um "incidente suspeito" e está investigando. 

A casa do morador (que preferiu não se identificar) fica na comunidade de Sunrise Ranch, a 96 quilômetros ao norte de Houston. No entanto, um vizinho contou à ABC News que a mesma mulher tocou a campainha de outras casas da região, e sempre desaparece quando as pessoas abrem a porta. A polícia afirmou em um comunicado que está tentando descobrir se ela está na lista de 
pessoas desaparecidas, mas até agora não encontrou nenhuma evidência. "Delegados e detetives estão revendo esses panfletos em busca de qualquer semelhança, mas até agora nenhuma parece ser a mulher no vídeo", diz o texto.

Ainda na tentativa de identificá-la, a polícia divulgou as imagens das câmeras nas redes sociais, fazendo um apelo para os usuários compartilharem: "Se você tem alguma informação sobre o caso, conhece a mulher ou é a mulher nas imagens entre em contato conosco", diz a postagem publicada no Facebook. Além disso, as autoridades bateram de porta em porta e conduziram buscas nas residências e negócios da região.

Pode ser só uma mulher com problemas mentais ou com falta de memória, mas não deixa de ser um caso no mínimo curioso.

FONTE: msn.com
FOTOS: © Montgomery County Sheriff 

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

O que aconteceu com a música evangélica?

Há algo de errado com a música evangélica. Que me perdoem os leitores mais sensíveis por ser tão direto, mas essa não é uma afirmação que faço de maneira leviana. Na verdade, a pergunta que serve de título para esse texto já me veio à cabeça diversas vezes: O que aconteceu com a música evangélica? Qualquer pessoa que tenha mais de 20 anos de fé sabe que as coisas mudaram; e não foram para melhor. E - creio eu - é momento de parar e refletir sobre isso.

Primeiramente, parece óbvio que existe uma grave crise de criatividade. Basta compararmos as músicas atuais com as letras das canções que eram entoadas nas igrejas na década de 90 e que embalavam animados retiros e evangelismos. Mesmo tomando todo o cuidado para não generalizar, noto que boa parte das canções “gospel” da atualidade mais parecem mantras repetidos exaustivamente, do que hinos de enlevo espiritual. Guardadas as exceções, a riqueza poética das composições foi deixada de lado e substituída por frases que mais parecem declarações ditas a um namorado ou “ficante” do que ao Rei dos Reis e Senhor dos Senhores. 

Como resultado, vemos canções enfadonhas e intermináveis sendo entoadas nas plataformas das igrejas, muitas vezes por ministros de louvor com trejeitos afeminados falando sobre “intimidade” ou sussurrando “como é bom sentar no colo do papai” (what?!). Isso cansa até os irmãos velhos da igreja, imagine os visitantes! E acredite... Por conta dos tons agudos, a chatice se potencializa quando é uma mulher fazendo esse tipo de performance.   

 Alguém pode dizer que estou sendo saudosista (leia-se ficando velho), que apenas sinto falta das músicas da minha infância e juventude, que estou tendo dificuldade de me adaptar a mudança dos tempos, etc. Mas isso não é verdade! Tenho inclusive procurado canções novas para incluir no repertório congregacional e na minha playlist; até encontro algumas, mas é uma tarefa bem trabalhosa. Além disso, se essa crise de criatividade fosse apenas coisa da minha cabeça, não teríamos tantos cantores e cantoras regravando os antigos hinos da Harpa e do Cantor Cristão. Não me entendam mal... Acho essas gravações ótimas e amo os hinos da Harpa, mas essa tendência pode também ser sinal de que não há mais nada novo a oferecer. 

A falta de inspiração não se encontra apenas nas letras das músicas, está também nos arranjos das gravações! Talvez o exemplo mais emblemático seja o Ministério Diante do Trono, que substituiu as majestosas orquestras e corais dos primeiros CD’s por um grupo xoxo que mais parece uma banda de garagem. E não adianta a Ana Paula Valadão dizer que eles continuam iguais porque não continuam não. 

Outra coisa que poucos parecem perceber é que o apelo visual tem sido supervalorizado em detrimento do apelo auditivo. Isso pode parecer normal quando falamos de videoclipes ou shows. Mas vale lembrar que estamos falando de um trabalho relacionado a Deus... E ainda convém que Ele cresça e nós diminuamos. Sendo assim me incomoda o excesso de vaidade que algumas cantoras do mundo gospel têm. 

O que afinal está acontecendo? Estaremos todos nós sendo vítimas do pós-modernismo? Sabemos que a degradação da boa música no meio secular é uma realidade. Mas fico triste quando vejo essa mesma degradação artística e criativa acontecendo dentro da Igreja. Especialmente porque esse fenômeno está ligado ao esfriamento espiritual.

Então... Será que há alguma saída? Antes de qualquer coisa devemos lembrar que a Igreja tem a seu favor algo que o mundo não tem: O poder do Espírito Santo! E isso nos revela o quanto precisamos com urgência de um avivamento. O avivamento traz poder e arrependimento, o avivamento traz alegria e... Inspiração. Muitas das canções que hoje ainda tocamos foram compostas durante períodos de despertamentos da Igreja; músicas que refletiam um momento poderoso e ficaram marcadas para sempre em nossas mentes e corações. Dá pra fazer de novo, mas é preciso querer!

Ainda há muito que falar sobre esse assunto, mas quero parar por aqui, pois já temos material suficiente para uma boa reflexão. Continuarei orando por um despertar espiritual, e para que com ele surjam novas músicas, boas e inspiradas. Porém, enquanto isso não acontece vou ficando com meus louvores antigos e congregacionais e evitando o quanto possível escutar programas musicais em rádios evangélicas. 

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Misterioso objeto circular submerso no mar Egeu

O Google Maps, popular serviço de mapas e fotos de satélite do Google, revela um curioso objeto de formato circular submerso no fundo do mar Egeu, perto da costa da Grécia (coordenadas: 40° 27' 4,62" 22° 51' 39,78"). 

Segundo o The Mirror, esse objeto é um círculo perfeito contendo outro círculo menor no centro, sua cor clara contrasta com as águas escuras do mar ao redor.  Certo usuário do Google Earth chamado Underbelly, usando a 'régua' do próprio aplicativo, calculou a dimensão do objeto em quase 70 metros de comprimento. Porém outros usuários acreditam que ele pode ser ainda maior... Até agora não se sabe se esse objeto é uma cratera vulcânica, um farol ou antigas fundações gregas.


Fonte: Sputnik

terça-feira, 31 de julho de 2018

A dádiva da liberalidade

Entende-se por “pródigo” a pessoa que esbanja irresponsavelmente todo seu dinheiro na satisfação dos próprios prazeres, dissipando a riqueza uma vez adquirida. O outro extremo desta situação é a avareza, ou seja, a particularidade daqueles que são excessivamente apegados ao dinheiro e não se preocupam nenhum pouco com generosidade e caridade.

Aristóteles, no livro lV de sua obra ‘Ética a Nicômaco’, explica que ambas as condições são deficiências que a humanidade possui no que tange a administração de finanças. Porém, o filósofo aponta um meio-termo que deveríamos adotar em relação às riquezas: A dádiva da liberalidade. O liberal é admirado pela sua habilidade em lidar com o dinheiro, tanto em receber como em dar, mas principalmente em dar, já que é notoriamente generoso. Diferente do avarento, o indivíduo com o dom da liberalidade não se apega aos bens, nem ama as riquezas mais do que deve. Pois, como sabemos o amor ao dinheiro abre uma janela para todo tipo de injustiças. Sim, a avareza tem o potencial de nos levar à maldade, mais do que qualquer outro defeito humano e isso é muito sério.

O homem liberal também se difere bastante do pródigo. O primeiro gasta apenas conforme suas posses permitem e somente com pessoas e coisas que realmente são merecedoras de sua caridade; já o pródigo gasta tolamente sem se preocupar com o que é nobre, apenas em satisfazer seus prazeres momentâneos. A consequência disso é sem dúvida o caminho da pobreza que por sua vez o levará a mendicância ou a violência. Isso dificilmente acontecerá com o liberal, pois este se recusa a adquirir qualquer coisa que seja por meios ilícitos e sabe o valor que tem o seu próprio trabalho.

Se refletirmos corretamente veremos que a desalentadora situação da sociedade brasileira está diretamente relacionada aos defeitos mencionados por Aristóteles. Note que países prósperos são geralmente formados por maioria de pessoas honestas e liberais (no sentido de serem generosas ao doarem); ao passo que nas sociedades mais pobres floresce a corrupção e a injustiça, frutos da avareza. Se continuarmos exaltando o chamado “jeitinho brasileiro”, cuja essência para muitos é tirar vantagem em cima de outros, estaremos bem longe do nível de civilidade ideal. Aliás... Como você tem administrado seu dinheiro?

Eliezer Lutero de Souza
Para o Peripatos – Estudos Conservadores

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